segunda-feira, 15 de julho de 2013

Tartaruga Marinha


tartaruga marinha (Dermochelys coriacea) é um réptil  marinho vertebrado da famíliaDermochelyidae  que está ameaçado de extinção. Esse animal tem uma casca que cobre seu corpo e que lhe serve de casa. Têm dentes serrados e escamas sobre a cabeça. As tartarugas marinhas vivem no mar a mais de 110 milhões de anos sendo que esse fato pode ser comprovado por um fóssil encontrado por um paleontólogo no Ceará. Existe um registro fóssil de uma tartaruga, na China, que media 2,5 metros e pesava cerca de 4 toneladas. Segundo uma pesquisa, esse animal viveu na terra e devido à necessidade de alimento passou a viver no mar.
Esse animal tem olfato, audição e visão muito desenvolvidos. Atualmente, as tartarugas marinhas podem medir 2 metros e chegam a 600 kg (existem registros de uma tartaruga com quase uma tonelada). Elas vivem nas águas tropicais principalmente no litoral. No Brasil sãoencontradas principalmente em Recife.
São carnívoras ou vegetarianas dependendo da espécie.
Carnívoras: Alimentam-se principalmente de águas vivas, peixes e outros animais do mesmo porte. Devido à contaminação no litoral, essas tartarugas confundem águas vivas com plástico e acabam morrendo engasgadas ou com problemas intestinais.
Vegetarianas: comem principalmente algas, o que cria condições para viverem no litoral brasileiro.
O acasalamento ocorre quando a fêmea escolhe o macho para “namorar” sendo que uma fêmea pode acasalar com vários machos. A fêmea lembra-se exatamente onde nasceu e volta ao mesmo local para botar seus ovos. Uma fêmea chega a botar ovos de 4 a 6 vezes por temporada, sendo que ela bota de 60 a 120 ovos por ninho. Os ovos demoram cerca de 50 dias para eclodirem, porém mais da metade dos ninhos não tem condições para a incubação dos ovos. Outro fator que impede o nascimento é o fato de alguns caranguejos comerem os ovos quando acham um ninho.
Após o nascimento, os filhotes vão para a praia, porém muitos morrem no caminho já que existem aves, lagartos e outros animais a espera para devorá-los. Após estarem na água, tem de passar por outros obstáculos, como peixes e lulas que podem atacá-los. Após crescidos, seus predadores são os tubarões e algumas baleias.
As espécies de tartaruga marinha são:
- Tartaruga de couro (Dermochelys coriacea).
- Tartaruga oliva (Lepidochelys olivacea).
- Tartaruga cabeçuda (Caretta caretta).
- Tartaruga de pente (Eretmochelys imbricata).
As tartarugas podem viver mais de 120 anos.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Um pouquinho sobre a girafa


A girafa é um animal caracterizado pelo seu enorme pescoço. Parece mentira, mas toda girafa tem o mesmo número de vértebras que o pescoço de um rato! A única diferença é que eles são alongados e bem maiores. Para se ter uma idéia comparativa, o pescoço dos pássaros tem 14 vértebras, o dobro do pescoço da girafa! O pescoço comprido e as enormes pernas conferem à girafa um movimento e uma elegância excepcionais, que a torna única.
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É, atualmente, o animal mais alto do mundo chegando a medir 5,80m do chão ao topo de suas pretuberâncias, isto é, até a ponta dos cornos. Entretanto, a altura da girafa adulta pode variar bastante, em média de 4,0 até quase 6,0 metros. O macho é maior que a fêmea.
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Em consonância com o seu tamanho, as girafas têm um enorme coração que pode pesar até 11 quilogramas, com 60 centímetros de comprimento e 8 centímetros de espessura nas paredes. É o maior do mundo! É 43 vezes maior do que o coração do homem e precisa bater muito forte.
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Uma das muitas coisas estranhas da girafa é que lhe falta a voz… Pois mesmo apresentando órgãos fonadores perfeitos, a girafa raramente emite sons. Foi sempre tão raro ouvir a voz da girafa que se supunha que ela fosse muda. Mas já se sabe que, mesmo silenciosas, elas podem produzir uma variedade de grunhidos, emitindo alguns sons breves, semelhantes a gemidos ou discretos gritos de chamada. Elas não possuem cordas, mas pregas vocais, como todos os animais. O som de uma girafa é grave e abafado…
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Apesar do aspecto longilíneo, é, com o elefante e o rinoceronte negro, um dos mamíferos mais pesados do mundo. Pesa aproximadamente de 800 a 1.400 quilogramas. Um exemplar macho pode pesar mais de 1.000 kg. O intestino da girafa é espantosamente comprido: quase 80 metros!

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Animais homeotérmicos e heterotérmicos

Cor da pelagem e regulação térmica de animais em distintas condições térmicas.

Durante a evolução, um dos critérios que permitiram maior adaptação e dispersão dos animais foi o controle da temperatura corporal, independente da variação térmica do ambiente. 

Entre os animais, apenas as aves e os mamíferos conseguem manter suas temperaturas em um nível constante, favorecendo o metabolismo mesmo diante de oscilações térmicas, recebendo, portanto, a denominação de homeotérmicos ou endotérmicos (animais de sangue quente). 

Assim, semelhante a um motor à combustão, que durante o seu funcionamento gera calor e aquece o sistema mecânico, de forma equivalente ocorre com esses organismos. A contínua e necessária atividade funcional dos órgãos e sistemas orgânicos, ao utilizarem do combustível biológico (molécula de adenosina trifosfato - ATP) para promoção das reações de catabolismo e anabolismo, “deixam escapar” parte da energia pertinente ao mecanismo de termorregulação, em associação a outros aspectos como: presença de penas, pelos e camada adiposa. 

O contrário ocorrendo com os demais animais, denominados de heterotérmicos ou ectotérmicos (animais de sangue frio), os quais, por exemplo, os répteis, manifestam variações térmicas corpóreas de acordo com as oscilações termais do meio onde vivem. 

De modo geral, passam por adaptações (reduzida dimensão corpórea, tecido de revestimento mais espesso) ocasionando uma dispersão mais “restrita”, pois necessitam absorver energia térmica do ambiente para ativação de suas atividades vitais.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Vou deixar uma dica para quem ainda não foi ao aquário de São Paulo é um bom lugar para passar um dia e levar seus filhos. Deixo algumas fotos tiradas lá.






sábado, 19 de janeiro de 2013


Todo cuidado é pouco para evitar essa doença
Mosquito da Dengue
Mosquitos
Mosquito da dengue Mosquito da dengue Mosquito da dengue
A dengue pode ser transmitida por duas espécies de mosquitos (Aëdes aegypti e Aëdes albopictus), que picam durante o dia e a noite, ao contrário do mosquito comum, que pica durante a noite. Os transmissores de dengue, principalmente oAëdes aegypti, proliferam-se dentro ou nas proximidades de habitações (casas, apartamentos, hotéis), em recipientes onde se acumula água limpa (vasos de plantas, pneus velhos, cisternas etc.)

seta O mosquito Aedes aegypti também pode transmitir a febre amarela.

Modo de transmissão
A fêmea pica a pessoa infectada, mantém o vírus na saliva e o retransmite.
A transmissão ocorre pelo ciclo homem-Aedes aegypti-homem. Após a ingestão de sangue infectado pelo inseto fêmea, transcorre na fêmea um período de incubação. Após esse período, o mosquito torna-se apto a transmitir o vírus e assim permanece durante toda a vida. Não há transmissão pelo contato de um doente ou suas secreções com uma pessoa sadia, nem fontes de água ou alimento.
Período de incubação

Varia de 3 a 15 dias, mas tem como média de cinco a seis dias.
O Ciclo do Mosquito
Mosquito da dengue Mosquito da dengue Mosquito da dengue
O ciclo do Aedes aegypti é composto por quatro fases: ovo, larva, pupa e adulto. As larvas se desenvolvem em água parada, limpa ou suja. Na fase do acasalamento, em que as fêmeas precisam de sangue para garantir o desenvolvimento dos ovos, ocorre a transmissão da doença.
O seu controle é difícil, por ser muito versátil na escolha dos criadouros onde deposita seus ovos, que são extremamente resistentes, podendo sobreviver vários meses até que a chegada de água propicia a incubação. Uma vez imersos, os ovos desenvolvem-se rapidamente em larvas, que dão origem às pupas, das quais surge o adulto.
O único modo possível de evitar a transmissão da dengue é a eliminação do mosquito transmissor. 
A melhor forma de se evitar a dengue é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença.

sábado, 17 de novembro de 2012


As maiores curiosidades sobre a baleia-azul

É o maior mamífero da Terra.

Foto: Andreas Tille
Baleia-azul
A baleia-azul é conhecida por ser o maior mamífero do mundo. Ela pode chegar a medir 30 metros de comprimento e pesar até 180 toneladas.  Esta espécie adulta é tão grande que o seu coração é do tamanho de uma pequena casa e na sua artéria aorta (que é a principal artéria que leva o sangue até o coração) poderia caminhar uma pessoa adulta em pé.
Para se ter uma noção da imensidão do animal, na língua da baleia azul cabem 50 homens adultos e quando o filhote nasce, ela já pesa mais que um elefante.
Foto: Wikipédia
Baleia-azul
Os sons emitidos por este tipo de baleia podem chegar a até 188 decibéis. Além de ser imensa, ela é capaz de produzir um som que pode viajar a 800 km, podendo matar uma pessoa se a mesma estiver perto da baleia no momento do som.  
Esta baleia atinge a maturidade sexual aos 7 anos e seu período de gestação dura de 11 a 12 meses. Somente um filhote nasce após este período e a próxima gestação somente pode ocorrer após 2 ou 3 anos, o que dificulta a renovação da espécie.
Além disto, infelizmente, ela quase foi exterminada pela caça exploratória e a sua população está reduzida a 5% da população original.
Para saber mais sobre sustentabilidade e meio ambiente, siga-nos no Twitter e Facebook e receba atualizações

terça-feira, 23 de outubro de 2012


Grilo


Da mesma ordem que os gafanhotos e baratas (Orthoptera), pertencem a subordem Ensifera, família Gryllidae. Apresentam o corpo dividido em três partes (cabeça, tórax e abdome). Diferente dos gafanhotos, possuem um par de antenas longas e filiformes (com exceção da subfamília Gryllotalpidae - grilos toupeiras) ligadas a cabeça. As asas são estão presentes em número de quatro, sendo as asas do par anterior mais espessadas, denominadas tégminas. Três pares de patas estão ligadas ao tórax sendo o último par (o posterior) mais longo e com um fêmur mais musculoso, adaptado ao salto. A metamorfose é do tipo gradual ou incompleta (hemimetábolos).

São insetos cantores e a maioria canta tanto de dia como de noite. O som é produzido por estridulação, ou seja, o animal atrita uma parte do corpo contra outra. Apresentam um órgão auditivo (tímpanos ovais) na base das tíbias das patas anteriores. Os grilos produzem os sons atritando a quina da base de uma das asas anteriores (a palheta) contra uma elevação estriada do lado ventral da outra asa anterior (a lima). Ambas as asas apresentam uma lima e uma palheta. O canto desempenha importante papel no comportamento, sendo que cada espécies apresenta canto diferente, principalmente quanto ao ritmo.

Para se produzir o som, o inseto levanta as asas anteriores e realiza um movimento de vai-e-vem com elas (em geral, apenas o movimento de fechar as asas produz o som). É chamado de pulsação o som de um único movimento das asas anteriores. A pulsação caracteriza as diferentes espécies, seja pelo caráter, freqüência ou modo como são agrupadas. Nos grilos as pulsações são relativamente musicais, isto é, tem uma freqüência definida e podem ser mantidas num ritmo regular por um tempo considerável ou podem ser emitidas em curtos intervalos, chegando a durar menos de um segundo.

São encontrados em uma diversidade grande de habitats. Muitos grilos podem ser encontrados sobre cascas de árvores ou arbustos, outras em campos com vegetação rasteira (herbácea). Algumas espécies, como o grilo-toupeira (Glyllotalpa hexadactyla) pode ser encontrado até a 20 cm abaixo da superfície de solos úmidos. Já os indivíduos da subfamília Myrmecophilinae ocorrem em ninhos de formigas. Em geral, podem ser encontrados indivíduos de poucos milímetros a até 5 cm. No entanto, grilos neozelandeses podem chegar a 15 cm de comprimento e pesar cerca de 25 gramas; na Indonésia algumas espécies chegam a medir o dobro deste (cerca de 30 cm).

São de grande importância econômica, pois alimentam-se plantas (são fitófagos), chegando a causar estragos em culturas agrícolas. Algumas espécies depositam seus ovos na casca de árvores ou nos tecidos do caule das plantas e dessa maneira as larvas causam grandes danos às plantas. Podem alimentar de matéria orgânica de origem animal, de insetos ou de fungos.

Alguma espécies se defendem utilizando os esporões presentes na tíbia do último par de patas. Quando ameaçados, encostam o abdome sobre o solo e levantam as patas deixando as perpendiculares ao solo, com os esporões apontando para frente. Ao atacar reclina as patas para frente, cravando os espinhos provocando dolorosa ferida no oponente.

sábado, 6 de outubro de 2012

Receita caseira ajuda a eliminar as aranhas domésticas

Em determinadas épocas do ano, as aranhas invandem as casas e se tornam um verdadeiro incômodo para toda família. Como depende do clima da região, é comum aparecer nas cidades as espécies armadeira (mais comuns na região Sudeste, normalmente no período entre abril e maio), viúva negra (mais encontradas no litoral nordestino) e a aranha marron (muito frequente na região Sul do país). 

Reprodução
Elimine as aranhas com cuidados simples de limpeza e uma receita caseira



As aranhas caranguejeiras e as tarântulas, apesar de muito comuns, não causam envenenamento. As que fazem teia áreas geométricas, muitas encontradas dentro das casas, também não oferecem grandes riscos para a saúde. De todo modo, inofensivas ou não, não há quem queira conviver com estas espécies dentro de casa. Mas tomando alguns cuidados simples e até preparando uma receitinha caseira, é possível eliminá-las do seu lar sem grandes esforços. Confira algumas dicas: 

 Mantenha sempre jardins e quintais limpos. Evite o acúmulo de entulho, folhas secas ou qualquer objeto que possa servir de morada para a aranha;

 Evite folhagens densas (plantas ornamentais, trepadeiras, arbusto, bananeiras e outras) perto de paredes. Lembre-se também de sempre manter a grama aparada e nunca permitir que terrenos vizinhos (quando baldios) contenham lixo e etc;

  Vede frestas e buracos em paredes, assoalhos e vãos entre o forro e paredes para impedir o trânsito de aranhas pela residência

 Em lugares muito arborizados, feche as portas e janelas ao entardecer;

 Observar a presença de aranhas em objetos e móveis que tenham sido guardados por períodos prolongados em ambientes escuros.

Uma dica interessante para controlar e afastar estas aranhas que vivem em casa é preparar uma solução com cravo da índia, cânfora e álcool e usá-la para limpar as paredes toda semana.

Receita caseira

Basta adicionar 5 pedras de cânfora, e 30 cravos da Índia e deixar repousar por 7 dias até que o cravo solte seu óleo. Pulverize nos locais afetados, paredes, portais atrás de portas e onde haja teias de aranhas. A solução é milagrosa e promete fazer com que elas não aparecerão mais.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

As abelhas e a História




 





Abelha é um inseto que pertence à ordem dos himenópteros e à família dos apídeos.São conhecidas cerca de vinte mil espécies diferentes e, são as abelhas do gênero Apis mellifera que mais se prestam para a polinização, ajudando a agricultura, produção de mel, geléia real, cera, própolis e pólem.
As abelhas são insetos sociais que vivem em colônias. Elas são conhecidas há mais de 40 mil anos. A abelha do mel acha-se espalhada pela Europa, Ásia e África. A apicultura, a técnica de explorar racionalmente os produtos das abelhas existe desde o ano de 2400 a.C.. E os egípcios e gregos desenvolveram as rudimentares técnicas de manejo que só foram aperfeiçoadas no final do século XVII por apicultores como Lorenzo Langstroth (ele desenvolveu as bases da apicultura moderna).
Inseto trabalhador, disciplinado, a abelha convive num sistema de extraordináriaorganização: em cada colméia existem cerca de 60 mil abelhas e cada colônia é constituída por uma única rainha, dezenas de zangões e milhares de operárias.As abelhas podem ser consideradas de acordo com seus hábitos, ou outras conveniências, em três categorias: sociais, solitárias e parasitas.
Abelhas sociais - são as que vivem em enxames, isto é, em grande número de indivíduos no mesmo ninho, e onde haja divisão de trabalho e separação de castas. As castas são os membros da colméia, normalmente uma rainha, zangões e operárias. Embora sejam a minoria dentre as varias especies, trazem em si o que realmentecaracteriza a essência do reino das abelhas.
Abelhas solitárias - são as que vivem sozinhas e morrem antes que seus filhos atinjam a fase adulta. Constroem ninhos no chão, em fendas de pedras e árvores, em madeira podre ou em ninhos abandonados de outros insetos. Normalmente as fêmeas fecundadas preparam cuidadosamente o ninho, suprem cada célula com uma quantidade adequada de alimento preparado é base de pólen e mel, e colocam o ovo sobre essa camada de alimento. Então fecham cada célula, fecham o ninho por fora e vão embora.
Abelhas parasitas - Uma abelha somente parasita outra abelha e utiliza-se apenas do trabalho e do alimento que o hospedeiro armazenou. Na maioria dos casos, o parasita invade os ninhos, coloca seus ovos nas células já prontas e aprovisionadas pelo hospedeiro e deixa que seus filhos se desenvolvam aos cuidados deste. Em alguns casos, o parasita passa a conviver com o hospedeiro e pode, até mesmo, desenvolver algum tipo de trabalho em conjunto.
Um outro tipo de parasitismo interessante é encontrado num gênero de abelhas(Lestrimelitta, conhecida popularmente por abelha-limão) socialmente bem evoluídas. As espécies deste grupo (duas) constroem seus próprios ninhos, porém o material de construção e as provisões são roubadas de outros ninhos de espécies afins, como jatitubiba, abelha-canudo, etc. Essas abelhas saem em grande número, pois suas colônias chegam a ter milhares de indivíduos, invadem o ninho das outras e daí levam o material que necessitam. Esses ataques duram, às vezes, vários dias, e muitas abelhas morrem.
Outro aspecto peculiar é que esses parasitas passam a defender o ninho conquistadocontra pilhagens ou parasitas secundários, enquanto levam o material roubado. As abelhas-limão são tão bem adaptadas a este comportamento que sequer possuem as corbículas (Orgão situado no último par de pernas destinado à coleta de pólem).
Introdução no Brasil
A abelha do mel acha-se espalhada pela Europa, Ásia e África. A sua introdução no Brasil é atribuída aos jesuítas que estabeleceram suas missões no século XVIII, nos territórios que hoje fazem fronteira entre o Brasil e o Uruguai, no noroeste do Rio Grande do Sul.
Essas abelhas provavelmente se espalharam pelas matas quando os jesuítas foramexpulsos da região e delas não se teve mais notícias.
Em 1839, o padre Antonio Carneiro Aureliano mandou vir colméias de Portugal einstalou-as no Rio de Janeiro. Em 1841 já haviam mais de 200 colméias, instaladas na Quinta Imperial. Em 1845, colonizadores alemães trouxeram abelhas da Alemanha (Nigra, Apis mellifera melífera) e iniciaram a apicultura nos Estados do sul. Entre 1870 e 1880, Frederico Hanemann trouxe abelhas italianas (Apis mellifera lingústica) para o Rio Grande do Sul. Em 1895, o padre Amaro Van Emelen trouxe abelhas da Itália para Pernambuco.
Em 1906, Emílio Schenk também importou abelhas italianas, porém vindas daAlemanha. Por certo, além destas, muitas outras abelhas foram trazidas por imigrantes e viajantes procedentes do Velho Mundo, mas não houve registro desses fatos. Iniciava-se assim a apicultura brasileira. Durante mais de um século ela foi se desenvolvendo, principalmente nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Também em São Paulo e Rio de Janeiro havia uma atividade bem desenvolvida.

    terça-feira, 11 de setembro de 2012


    Leão Marinho
    Leão Marinho
    Considerando que um macho adulto de leão-marinho possa atingir 300Kg e uma fêmea em torno de 140kg, quantos quilos de comida estes animais devem consumir por dia? As fêmeas adultas do Zõo comem diariamente de 5 a 10 kg de peixe e um macho adulto come de 15 a 20kg de peixe.
    Zôo tem apresentações de leões-marinhos!
    A alimentação dos leões marinhos é feita através de um treinamento, onde estes inteligentes animais aprendem a conviver som seus tratadores, facilitando o trabalho de biólogos e veterinários, tornando-se acessíveis ao toque de suas mãos para exames e tratamentos de pele, olhos ou qualquer outro problema.
    Os leões-marinhos sul-americanos (Otaria byronia), mamíferos aquáticos pertencentes à família Otariidae, ocorrem na costa da América do Sul, apreciando as águas frias dos oceanos Atlântico e Pacífico.
    Possuem o corpo alongado e esguio, o que faz com que as fêmeas e os filhotes sejam confundidos com focas. Porém, ao contrário destas, os leões-marinhos têm orelhas externas, pequenas e cartilaginosas, nadadeiras dianteiras longas e as traseiras com três unhas rudimentares. As nadadeiras traseiras são utilizadas para impulso e direcionamento da natação e utiliza as quatro nadadeiras como apoio na locomoção em terra.
    O macho adulto de leão-marinho tem pelagem diferenciada das fêmeas, possuindo uma espécie de juba no pescoço, como os leões. Além disso, como eles têm um rugido grave, acabaram sendo chamados de "leão".
    Estes animais vivem em grandes colônias formando grupos que variam de cem a mais de mil indivíduos, chegando a ocupar um raio de 50 km nas praias e rochedos, que servem como refúgios para descanso e reprodução, onde os machos podem formar haréns de até 50 fêmeas.
    A gestação de uma leoa marinha dura em torno de 12 meses. E, pelo fato de nascerem em terra, os filhotes só aprendem a nadar depois de cerca de 2 meses de vida.
    Hoje, a sua caça é proibida e estes animais não estão ameaçados de extinção. Porém, ainda sofrem uma séria ameaça associada à ocupação das praias pelo homem, pelo lixo jogado nos mares e pela poluição por petróleo, que coloca em risco todos os animais do mar.
    Os leões marinhos são essencialmente carnívoros, caçadores dos oceanos em busca de crustáceos, moluscos e, principalmente, peixes que são engolidos inteiros, sempre pela cabeça.

    quarta-feira, 29 de agosto de 2012

    Extinção das Espécies


    Extinção das Espécies, Por Que Devemos nos Preocupar, Biodiversidade
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    Quase sempre os meios de comunicação trazem notícias sobre alguma espécie ameaçada de extinção. Mico, peixe-boi e tartaruga são alguns bichos ameaçados de extinção. Mas há muitos outros animais correndo risco de desaparecer para sempre, assim como muitas plantas também.
    A ciência está  longe de saber tudo sobre a biodiversidade, isto é, sobre  o conjunto de espécies e ecossistemas que existe em nosso planeta. Mesmo sabendo pouco, as informações que os cientistas mostram, revelam uma perda inacreditável e  faz-nos pensar, o quanto dependemos da natureza para que haja equilíbrio.
    As Principais causas do desaparecimento de espécies são as ações do homem na natureza, como o desmatamento para urbanização, agricultura ou pecuária (destruindo o habitat natural e rompendo o ciclo da cadeia alimentar); tráfico ilegal de espécies (retirada de animais silvestres para a venda no mercado ilegal, muitos animais morrem no trajeto e outros são submetidos à condições péssimas de sobrevivência); a poluição de rios e mares também causa perda de espécies e consequente perda de biodiversidade; entre outras.
    Extinção das Espécies, Por Que Devemos nos Preocupar?
    As florestas precisam ser preservadas porque tem papel fundamental na distribuição das chuvas, em continentes inteiros. Sem falar que as matas  protegem o solo contra erosão, ajudam a fixar nutrientes na terra e umidificam o ar.
    Todo o ecossistemas dependem das atividades das espécies (animais e plantas) que vivem nesses ambientes. Afinal o homem também participa da cadeia alimentar e está totalmente interligado com a natureza, os efeitos de suas ações estão se intensificando – mais enchentes, efeito estufa, perda da biodiversidade – mas parece que os grandes governos e empresas não estão percebendo os sinais da Natureza!
    Veja as Fotos de espécies Animais que estão na Lista de perigo de Extinção:
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    Mico Leão Dourado, vive na região do Rio de Janeiro

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    Tucano, linda ave que está sob risco de extinção
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    A Onça Pintada, um dos símbolos da Nação Brasileira, corre risco pela caça e peda de habitat
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    O urso Panda, natural do Ásia, é ameaçado de extinção. Há vários projetos para restituir o número de Pandas e seu habitat

    A extinção é  coisa séria! Cuidar das espécies, de toda biodiversidade. Devemos preservar o meio ambiente.

    quinta-feira, 16 de agosto de 2012


    Cobras Venenosas
    Características das cobras venenosas, cobras peçonhentas, serpentes, princpais cobras venenosas
    Cobra Coral 
    Cobra-coral: uma das mais venenosas do Brasil

    Características das cobras venenosas
    - Possuem a cabeça achatada com formato triangular;
    - Possuem o corpo coberto com escamas ásperas;
    - Costumam rastejar vagarosamente e em linha reta;
    - Possuem dois dentes que usam para inocular o veneno (toxina) no animal que ataca;
    - A cauda destas cobras começa com formato grosso, afinando de forma repentina.
    Principais cobras venenosas:
    - Cobra-coral
    - Cobra-real
    - Najas
    - Mambas
    - Cascavel
    - Jararaca
    - Surucucu
    - Víbora-cornuda
    - Cobra-rateira
    Principais sintomas apresentados por pessoas que são picadas por cobras venenosas:
    - Hemorragia
    - Inflamação e dor no local da picada
    - Vômitos e náuseas
    - Problemas de visão (visão ambassada, turva, desfocada)
    - Respiração com dificuldades
    - Pulsação rápida, acelerada

    sábado, 4 de agosto de 2012

    Saiba tudo sobre o golfinho

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    Nome popular: Golfinho comum
    Nome Científico: Delphinus delphis
    Distribuição geográfica: Estepes cobertas de árvores e de moitas, conhecidas como savanas africanas
    Não é peixe: Todo mundo pensa que o golfinho é um peixe, mas não é. Ele é um mamífero, assim como a baleia. Habitat natural: Os oceanos e mares de todo o mundo – perto ou longe dos continentes. No Brasil, pode ser visto ao longo de todo o litoral,do Nordeste ao Rio Grande do Sul
    Hábitos alimentares:Come peixes e lulas
    Tamanho: De 1,5 a 3,5 metros de comprimento
    Peso: Pode pesar até 110 kg
    Período de gestação: Dura de 10 a 11 meses.
    Filhotes: Nascem com pouco menos de 1 metro e são amamentados por pelo menos 14 meses. A fêmea tem um filhote a cada 2 ou 3 anos
    Tempo médio de vida: De 20 a 35 anos
    Contra a extinção: A pesca do golfinho é proibida desde 1988
    Curiosidades:
    Os golfinhos vivem em grupos, que podem chegar a milhares de animais entre os que vivem no oceano. Na costa, é possível ver até 500 golfinhos juntos.
    Mergulham até 300 metros de profundidade e podem ficar até 8 minutos embaixo d’água. Mas estes animais dóceis passam a maior parte do tempo, mesmo, na superfície das águas, acompanhando os barcos.
    Além desta espécie, há outras 36. É comum que o golfinho comum seja confundido com o golfinho-riscado (Stenella Coeruleoalba).
    São ágeis, velozes e acrobatas. Saltam e nadam na proa de embarcações. As vocalizações incluem vários estalos e assobios. Sabe-se que o golfinho-comum pode mergulhar até 280 metros, ficando embaixo d’água por cerca de 8 minutos. Depois ele tem que subir pra respirar.

    terça-feira, 31 de julho de 2012

    Curiosidades sobre baratas!!!

    Olha só porque mulher tem tanto medo de barata!!

    As baratas são conhecidas por possuírem grande resistência. E esses bichinhos (ao contrário do que muitos pensam) são mais espertos do que parecem!
    O cérebro das baratas está localizado em seu corpo e não na cabeça. Se por algum acidente natural (ou não!) elas perderem a cabeça podem viver até 9 dias totalmente decapitada. E seu triste final chega apenas pelo fato de que sem cabeça, elas não podem comer!
    • As baratas são capazes de suportar grandes doses de radioatividade: ainda estão sendo feitos estudos relacionados, mas pesquisadores acreditam que elas sobreviveram as bombas nucleares que caíram sobre Hiroshima e Nagasaki.
    • Podem também sobreviver durante mais de um mês sem água. E acreditem! Em caso de necessidade podem absorver a umidade do ambiente através do corpo.
    • Até hoje existem pelo menos 3.500 espécies de baratas e a maioria de origem tropical e que vivem em exteriores. Preferem alimentos como grãos contendo amido, gorduras e açúcares e podem comer desde couro até alimentos pastosos. Geralmente estão ativas a noite e passam cerca 75% de sua vida em buracos, fissuras ou pequenas cavidades.
    • Interessantes é que as baratas são praticamente cegas, mas suas antenas são bastante poderosas e podem detectar vibrações, mudanças de temperatura, umidade e é assim que elas decidem sair correndo para se esconder do perigo.
    • E o pior: são consideradas os principais vetores de transmissão de doenças ao homem através da contaminação de alimentos e utensílios de cozinha apenas por um simples contato. Estão comprovadas 32 doenças causadas por bacterias, 17 por fungos, 3 por protozoários e 2 por vírus, todas vindas de contatos com baratas!

    Que sinistro: uma barata pode viver até nove dias sem cabeça!!!

    segunda-feira, 30 de julho de 2012

    Aranhas Venenosas

    Aranhas venenosas:

    (armadeira)

    Phoneutria sp. (armadeira)
     (armadeira)
    As aranhas armadeiras possuem cor cinza ou castanho escuro e pelos curtos no corpo e nas pernas. Próximo aos ferrões os pelos são vermelhos. Quando adultas, chegam a atingir até 17 cm de comprimento, incluindo as pernas. O corpo tem de 4 a 5 cm. Não fazem teias, são errantes e solitárias, podendo ser encontradas em lugares escuros, vegetação (cachos de bananas, por exemplo). Podem entrar por debaixo das portas das residências, escondendo-se dentro de calçados.
    Geralmente à noite saem para caçar. São muito agressivas e assumem postura ameaçadora, "armando o bote", de onde vem seu nome. São comuns os acidentes, podendo ser graves para crianças menores de 7 anos. O sintoma predominante é uma dor intensa no local da picada. O tratamento em geral consiste de aplicação local de anestésico e, em casos graves, de aplicação do soro antiaracnídico.

    (aranha marrom)

    Loxosceles sp. (aranha marrom)
     (aranha marrom)
    Possui cor amarelada, sem manchas. Chega a atingir de 3 a 4 cm, incluindo as pernas. O corpo atinge de 1 a 2 cm. Os pêlos são poucos, curtos, quase invisíveis. Essas aranhas vivem em teias irregulares, semelhantes a um lençol de algodão, construídas em tijolos, telhas, tocos de bambu, barrancos, cantos de parede, garagens, geralmente em lugares escuros. Não são agressivas e os acidentes são raros, porém geralmente graves. Os primeiros sintomas de envenenamento são uma sensação de queimadura e formação de ferida no local da picada. O tratamento é feito com soro antiaracnídico ou antiloxoscélico.

    (aranha de grama)

    Lycosa sp. (aranha de grama)
     (aranha de grama)
    Possui cor acinzentada ou marrom, com pêlos vermelhos perto dos ferrões e uma mancha escura em forma de flecha sobre o corpo. Atinge até 5 cm de comprimento, incluindo as pernas. O corpo atinge de 2 a 3 cm. Vivem em gramados e residências. Os acidentes são freqüentes, porém não são graves, não necessitando de tratamento com soro.

    Caranguejeiras (diversos gêneros)

    Caranguejeiras (diversos gêneros)
    Caranguejeiras (diversos gêneros)
    As caranguejeiras são aranhas geralmente grandes, com pêlos compridos nas pernas e no abdômen. Embora sejam muito temidas, os acidentes com elas são raros e sem gravidade, e por isso não se produz soro contra seu veneno.

     (viúva negra)

    Latrodectus sp. (viúva negra)
    (viúva negra)
    Possui cor preta, com manchas vermelhas no abdômen e às vezes nas pernas. São aranhas pequenas: a fêmea tem de 2,5 a 3 cm (o corpo com 1 a 1,5 cm) e o macho é de 3 a 4 vezes menor. Vivem em teias que constroem sob vegetação rasteira, em arbustos, plantas de praia, barrancos, etc., em lugares escuros. Conhecem-se no Brasil apenas alguns acidentes de pequena e média gravidade, não se produzindo soro contra as espécies brasileiras.
    As aranhas que constroem teias aéreas de forma geométrica (circular, triangular, etc.), como as espécies de Nephila e outras, não oferecem perigo, mesmo quando são de tamanho grande

    Cuidado!!! são muito perigosas : D 

    sexta-feira, 13 de julho de 2012

    Cascavel

    Cascavel (Crotalus durissus) é uma cobra peçonhenta da Classe Reptilia e da Família Viperidae.
    Essa espécie de serpente pode ser encontrada nas Américas Central e do Sul, do México até a Argentina. Habitam geralmente em regiões de cerrado (campos abertos), em regiões secas e áreas pedregosas e arenosas. Apesar de raro, podem ser encontradas em florestas.
    Tem cor castanha, sendo que o ventre é mais claro. Apresenta “desenhos” de losangos escuros pelo corpo todo. Os machos costumam ser um pouco maiores que as fêmeas, podendo atingir aproximadamente 1,5 metros de comprimento. A cascavel só ataca se sentir-se ameaçada. Porém, quando provocada, seu bote é violento. O veneno inoculado pela cascavel é neurotóxico, ou seja, atua no sistema nervoso central, causando dificuldades de respiração e de locomoção.
    A característica mais conhecida dessa serpente é a presença do guiso na extremidade da cauda da cascavel. O guiso têm a aparência de uma série de anéis juntos, na ponta da cauda da cascavel. O guiso nada mais é do que escamas modificadas, vestígios das trocas de pele pelas quais as cobras passam durante a vida.
    É comum se ouvir falar que o número de anéis que compõe o guiso é o número de anos que a cascavel tem de vida. Um engano, já que o número de anéis pode representar o número de trocas de pele pelas quais a cascavel passou, sobretudo por que as trocas de pele podem acontecer de 2 a 4 vezes por ano. Além do mais, cobras mais velhas podem, eventualmente, perder algum anel, o que significa que o número de anéis não pode representar com exatidão nem mesmo o número de vezes que a serpente trocou de pele, quanto mais a idade da serpente.
    O guiso é também chamado de chocalho por emitir um som típico, que acaba por afastar possíveis vítimas dessas cobras.
    As cascavéis se alimentam principalmente de pequenos roedores, mas podem fazer uso de seu veneno para fazerem outras vítimas, como pequenas aves, coelhos, lagartos, e, eventualmente, outras serpentes. Apesar de serem vistas durante o dia, predominam os hábitos crepuscular e noturno.
    Quanto à reprodução, a cascavel é o que se chama de ovovivípara – uma mistura de ovípara e vivípara – pois os filhotes nascem de ovos, mas somente depois de terem completado seu desenvolvimento, por cerca de 6 meses, no interior da fêmea. Terminado o período de gestação, portanto, nascem de 16 e 24 filhotes.
    Existem cinco sub-espécies de cascavel, todas bem parecidas umas com as outras. São elas: Crotalus durissus terrificus, Crotalus durissus collilineatus, Crotalus durissus cascavella, Crotalus durissus marajoensis e Crotalus durissus ruruima.
    A muçurana (Pseudoboa cloelia), uma espécie de cobra não-peçonhenta, é uma predadora natural da cascavel.
    Uma cascavel pode viver até 20 anos.

    quinta-feira, 5 de julho de 2012

    Furão, quarta e última parte.

    Cuidados veterinários

    Os criadores recomendam uma visita ao veterinário pelo menos uma vez por ano, sendo que os furões costumam esconder com sucesso os sintomas de doenças. É recomendado observar qualquer comportamento fora do comum, a fim de efetuar uma consulta imediata ao veterinário.
    [editar]Manutenção física
    A maioria dos furões muda de pêlo duas vezes por ano, uma na primavera e outra no outono, sendo que, durante estes períodos, é recomendável a escovação regular e a administração de produtos laxantes de forma a criar uma protecção contra a ingestão de pelos em demasia.
    Os banhos frequentes não são recomendados, e a maioria dos veterinários indica que não devem ser dados mais do que um banho por mês, sendo que, muitos criadores nunca o fazem, à excepção de quando possa ocorrer algo que justifique a lavagem. É dado adquirido que, os banhos frequentes podem de fato aumentar o cheiro natural do animal, já que sua pele repõe a oleosidade natural perdida na lavagem.Um furão pode tomar banhos anuais.
    O corte frequente das unhas e a manutenção de uma boa limpeza nas orelhas é outra das principais recomendações para o bem estar do animal.

    [editar]Classificação de espécies por cores

    O furão sable, a variação de cor mais comum.
    Os furões costumam mudar ligeiramente de cor conforme as estações do ano, sendo que ganham uma tonalidade mais clara no inverno do que no verão. Em muitos animais, é possível observar também a mudança de cor para tons mais claros à medida que envelhecem.
    Nos Estados Unidos, as diferentes associações de criadores de furões reconhecem diferentes cores para a classificação das espécies, o que apenas é considerado importante em casos de competições ou exibições.
    [editar]Vacinação
    vírus da cinomose é mortal para os furões, pelo que os criadores recomendam a sua vacinação. Em alguns países em que é permitida a criação doméstica, a vacinação contra a raiva é exigida embora a incidência desta doença no furão seja extremamente baixa.
    Actualmente não existe qualquer registro de que um furão tenha transmitido raiva aos seres humanos.[carece de fontes]

    [editar]Albino

    • Pelagem principal: branco a creme
    • Subpelo: branco a creme
    • Olhos: vermelhos
    • Focinho: rosado

    [editar]Sable

    • Pelagem principal: marrom intenso
    • Subpelo: branco a creme
    • Olhos: castanhos ou castanhos escuros
    • Focinho: castanho claro
    • Máscara: completa e bem definida
    • Sable Siamês
    Corpo castanho claro e membros (patas) escuras formando um contraste definido. A máscara deve estar presente.
    • Sable Blaze
    Caracteriza-se pela presença de uma faixa branca na cabeça, desde a fronte, passando entre as orelhas e descendo até à nuca ou ombros.
    • Sable Point
    Possui pêlos brancos entremeados ao pêlo princila (que é castanho), dando um aspecto de mesclado. Geralmente os joelhos são brancos e pode possuir um babador (pescoço) branco.
    • Sable Panda
    A cabeça é completamente branca, incluíndo o pescoço. Os pés, pernas e abdômen também são brancos.
    • Sable Mitt
    Apresenta as patas brancas. Pode haver um babador branco (mancha sob o queixo, no pescoço).

    [editar]Silver

    • Pelagem principal: cinza escuro um pouco enegrecido
    • Subpelo: branco ou creme
    • Olhos: castanhos escuros ou próximo do negro
    • Focinho: castanho enegrecido
    • Silver Mitt
    Possui uma mancha branca no pescoço (babador), abaixo do queixo. As patas devem ser brancas.

    [editar]Branco com olhos negros

    • Pelagem principal: branco a creme
    • Subpelo: branco a creme
    • Olhos: negros ou cor de vinho
    • Focinho: rosado

    [editar]Branco Stripe

    • Todo branco, com uma faixa negra no dorso, olhos negros ou cor de vinho.

    [editar]Champagne

    • Pelagem principal: castanho claro quase dourado
    • Subpelo: branco a creme
    • Olhos: cor de vinho
    • Focinho: rosado

    [editar]Chocolate

    • Pelagem principal: marrom cor de achocolatado, mas na ponta da cabeça (focinho), a pelagem é totalmente branca.
    • Subpelo: branco
    • Olhos: castanhos ou cor de vinho
    • Focinho: rosado
    • Máscara: ausente ou pouco definida

    [editar]Legislação

    [editar]No Brasil

    legislação brasileira não proíbe a criação de furões de espécies exóticas. Já a captura, caça ou criação de cativeiro de espécies silvestres são proibidas. Porém, tendo em vista que, em muitas regiões do Brasil, os predadores naturais dos furões estão extintos, pode facilmente ser considerado como praga em caso de proliferação descontrolada. OInstituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis exige que os furões sejam castrados e munidos de um microchip ao entrarem no país, bem como que sejam acompanhados de um documento legal contendo uma declaração de responsabilidade pelo animal por parte dos criadores, obrigando-os a informarem, ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, qualquer decisão de doação ou venda do mesmo.

    [editar]Em Portugal

    Ao abrigo do Decreto-lei 211, de 3 de Setembro de 2009, pela Portaria 7, de 2010, os furões passaram a ser permitidos como animais de companhia, desde que registados noInstituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade.